Design-Based Research (DBR) é um conjunto de técnicas analíticas, que se situam algures ou entre os paradigmas positivistas e interpretativos e que tenta criar pontos de contacto/pontes entre a teoria e a prática em educação. Assume-se como uma mistura de investigação empírica educacional com teoria baseada na criação de ambientes de aprendizagem. DBR é uma metodologia importante para compreender como, quando e onde as inovações educacionais funcionam em situações reais. Os métodos DBR têm como objectivo por a descoberto as relações entre a teoria educativa, o design de artefactos e a prática.
Mostrar mensagens com a etiqueta Métodos de investigação. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Métodos de investigação. Mostrar todas as mensagens
segunda-feira, 8 de março de 2010
domingo, 27 de dezembro de 2009
Elaboração de um guião para uma entrevista semi-estruturada.
A proposta da Professora é criar um guião de uma entrevista semi-estruturada que se insere num estudo de caso sobre as representações de professores do ensino básico/secundário (amigos pessoais dos estudantes do MCEM).
Questões de investigação:
1) O que pensam esses professores sobre as redes sociais a exemplo do Facebook, Myspace, Twitter, etc?
2) Como é que vêm a sua (hipotética/real) participação numa rede social?
3) Que expectativas têm sobre o seu uso no ensino?
Aqui está o resultado de tão árdua tarefa
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
CARACTERÍSITICAS DE UMA ENTREVISTA SEMI-ESTRUTURADA
A entrevista semi-estruturada aproxima-se mais duma conversação (diálogo), focada em determinados assuntos, do que duma entrevista formal. Baseia-se num guião de entrevista adaptável e não rígido ou pré-determinado.
A vantagem desta técnica é a sua flexibilidade e a possibilidade de rápida adaptação. A entrevista pode ser ajustada quer ao indivíduo, quer às circunstâncias. Ao mesmo tempo, a utilização dum plano ou guião contribui para a reunião sistemática dos dados recolhidos.
Normalmente, a entrevista semi-estruturada inicia-se com tópicos gerais, a que se seguem perguntas utilizando “O quê?”, “Porquê?”, “Quando?”, “Como?” e “Quem”, devendo deixar-se que a conversação decorra de modo fluido.
Apesar de o entrevistador poder ter as perguntas previamente preparadas, a maioria das perguntas geram-se à medida que a entrevista vai decorrendo, permitindo quer ao entrevistador, quer à pessoa entrevistada a flexibilidade para aprofundar ou confirmar, se necessário.
A entrevista semi-estruturada pode ser planeada ou acontecer espontaneamente. Pode permitir a recolha de muitos e importantes dados, podendo gerar informação quantitativa e qualitativa.
Adaptado de:
http://www.imainternational.com/r_me_interview.php
A vantagem desta técnica é a sua flexibilidade e a possibilidade de rápida adaptação. A entrevista pode ser ajustada quer ao indivíduo, quer às circunstâncias. Ao mesmo tempo, a utilização dum plano ou guião contribui para a reunião sistemática dos dados recolhidos.
Normalmente, a entrevista semi-estruturada inicia-se com tópicos gerais, a que se seguem perguntas utilizando “O quê?”, “Porquê?”, “Quando?”, “Como?” e “Quem”, devendo deixar-se que a conversação decorra de modo fluido.
Apesar de o entrevistador poder ter as perguntas previamente preparadas, a maioria das perguntas geram-se à medida que a entrevista vai decorrendo, permitindo quer ao entrevistador, quer à pessoa entrevistada a flexibilidade para aprofundar ou confirmar, se necessário.
A entrevista semi-estruturada pode ser planeada ou acontecer espontaneamente. Pode permitir a recolha de muitos e importantes dados, podendo gerar informação quantitativa e qualitativa.
Adaptado de:
http://www.imainternational.com/r_me_interview.php
Entrevista semi-estruturada
Na entrevista semi-estruturada, o investigador tem uma lista de questões ou tópicos a ser cobertos (guião de entrevista), mas a entrevista em si permite uma relativa flexibilidade. As questões podem não seguir exactamente a ordem prevista no guião e poderão, inclusivamente, ser colocadas questões que não se encontram no guião, em função do decorrer da entrevista. Mas, em geral, a entrevista seguirá o que se encontra planeado.
As entrevistas semi-estruturadas (ou semi-directivas, de acordo com Quivy et al, 1992), apesar do guião elaborado pelo entrevistador, permitem que o entrevistado tenha alguma liberdade para desenvolver as respostas segundo a direcção que considere adequada, explorando, de uma forma flexível e aprofundada, os aspectos que considere mais relevantes.
Entre as principais vantagens das entrevistas semi-estruturadas, contam-se as seguintes:
• A possibilidade de acesso a uma grande riqueza informativa (contextualizada e através das palavras dos actores e das suas perspectivas);
• A possibilidade do/a investigador/a esclarecer alguns aspectos no seguimento da entrevista, o que a entrevista mais estruturada ou questionário não permitem;
• É geradora, na fase inicial de qualquer estudo, de pontos de vista, orientações e hipóteses para o aprofundamento da investigação, a definição de novas estratégias e a selecção de outros instrumentos.
As entrevistas semi-estruturadas (ou semi-directivas, de acordo com Quivy et al, 1992), apesar do guião elaborado pelo entrevistador, permitem que o entrevistado tenha alguma liberdade para desenvolver as respostas segundo a direcção que considere adequada, explorando, de uma forma flexível e aprofundada, os aspectos que considere mais relevantes.
Entre as principais vantagens das entrevistas semi-estruturadas, contam-se as seguintes:
• A possibilidade de acesso a uma grande riqueza informativa (contextualizada e através das palavras dos actores e das suas perspectivas);
• A possibilidade do/a investigador/a esclarecer alguns aspectos no seguimento da entrevista, o que a entrevista mais estruturada ou questionário não permitem;
• É geradora, na fase inicial de qualquer estudo, de pontos de vista, orientações e hipóteses para o aprofundamento da investigação, a definição de novas estratégias e a selecção de outros instrumentos.
PREPARAÇÃO DE UM GUIÃO DE UMA ENTREVISTA
ASPECTOS A TER EM CONTA NA PREPARAÇÃO DE UM GUIÃO DE UMA ENTREVISTA
• Criar alguma ordem nas áreas/tópicos principais, de modo a que as questões sobre estas áreas/tópicos sejam fluidas, mas estar preparado para alterar a ordem das questões durante a entrevista;
• Formular questões ou tópicos de entrevista que contribuam para dar resposta às questões investigativas (mas sem tornar as questões muito específicas);
• Utilizar uma linguagem que seja facilmente compreendida e relevante para as pessoas a entrevistar;
• Tal como em entrevistas quantitativas, não colocar questões que possam influenciar determinada resposta;
• Recolher alguns dados extra, que permitam caracterizar os entrevistados de forma a melhor compreender e contextualizar as suas respostas.
Bibliografia:
http://fds.oup.com/www.oup.co.uk/pdf/0-19-874204-5chap15.pdf (acedido a 3 de Dezembro de 2009)
• Criar alguma ordem nas áreas/tópicos principais, de modo a que as questões sobre estas áreas/tópicos sejam fluidas, mas estar preparado para alterar a ordem das questões durante a entrevista;
• Formular questões ou tópicos de entrevista que contribuam para dar resposta às questões investigativas (mas sem tornar as questões muito específicas);
• Utilizar uma linguagem que seja facilmente compreendida e relevante para as pessoas a entrevistar;
• Tal como em entrevistas quantitativas, não colocar questões que possam influenciar determinada resposta;
• Recolher alguns dados extra, que permitam caracterizar os entrevistados de forma a melhor compreender e contextualizar as suas respostas.
Bibliografia:
http://fds.oup.com/www.oup.co.uk/pdf/0-19-874204-5chap15.pdf (acedido a 3 de Dezembro de 2009)
sábado, 21 de novembro de 2009
INQUÉRITO / ENTREVISTA
QUESTIONÁRIO
- Permitem recolher informação de um elevado número de inquiridos ao mesmo tempo;
- Permitem uma rápida recolha de informação;
- Menor custo:
- Maior sistematização dos resultados fornecidos;
- Maior facilidade de análise.
Desvantagens:
- Processo de elaboração e testagem de itens muito moroso;
- Elevada taxa de não – respostas;
- Não é aplicável a toda a população;
- Nem sempre é fácil a interpretação das respostas;
- É difícil saber se os inquiridos estão a responder o que sentem ou se respondem de acordo com o que pensam que são as nossas expectativas;
- Não é possível ajudar o inquirido em questões mal formuladas.
ENTREVISTA
Vantagens:
- Permite a recolha de informação rica;
- Bom grau de profundidade;
- Permite recolher os testemunhos, interpretações dos entrevistados, respeitando os seus quadros de referência, a linguagem e as categorias mentais (forma de classificação);
- Permite ao investigador conhecer os conceitos e a linguagem do entrevistado;
- Permite definir dimensões relevantes de atitude e avalia-las melhor;
- Permite ter em conta as motivações que determinam diversos comportamentos;
- Permite explorar muita informação;
- Permite interpretar as expressões emitidas;
- Dá uma boa amostragem de aspectos que se pretendem investigar;
- São flexíveis pois permitem verificar se ambos os intervenientes compreendem o significado das palavras e explicar.
Desvantagens:
- Falta de motivação ou motivação excessiva por parte do entrevistado;
- Possibilidade de respostas falsas, quer conscientes quer inconscientes;
- Depende sempre da capacidade ou incapacidade que as pessoas têm para verbalizar as suas próprias ideias;
- Influência das opiniões do investigador;
- Dificuldades de comunicação;
- Retenção de dados com medo de violação do anonimato;
- Consome muito tempo e é um método relativamente difícil de se trabalhar;
- Tem sempre uma potencialidade ao nível da indução;
- A análise de conteúdo é complicada e difícil;
- Inter-influência entre ambos - o que pode levar à subjectividade;
- Noções pré-concebidas podem influenciar o resultado das entrevistas;
- Envolvem um elevado custo e exigência pessoal.
Fonte :
http://fatimaleitao700984.blogspot.com/2008/05/o-questionrio_19.html
Subscrever:
Mensagens (Atom)
METODOLOGIAS DE INVESTIGAÇÃO EM EDUCAÇÃO

